Mulher, não aguarde gestos de
acalento,
estou só, e assim quero
conservar-me.
Minha alma canta além, livre da
carne,
ao espaço, céu, me elevo, me
levanto.
Sonhei, não tenha dúvidas, viver
uma grande paixão, quiçá imortal,
por que não? Tão inocente e tão carnal,
tão cúmplice a ternura, e o prazer.
Mas sonhos são delírios deste
amor,
amor que aprendemos a sonhar,
o fim pode ser culpa do azar?
Pra sempre sou sutil compositor,
de sonhos, de delírios, de
emoções,
eternamente parte das canções.
Diego da Silva Rodrigues, tem 22 anos e está no 9° periodo de engenharia eletrônica e de computação na UFRJ. Texto extraido da Revista Megazine de 4 de setembro de 2007
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